Bio

Sobre Silvia Pantoja

Silvia Pantoja (DRT 56663-RJ) é professora e dançarina profissional de Dança do Ventre Estilo Tribal no Rio de Janeiro, especializada em FCBD®Style (FCBD® Certified Studio).

Iniciou sua jornada na Dança do Ventre em 2008 com Patrícia Leal. Em 2010, logo após se apaixonar por Tribal Fusion, começou a fazer aulas na antiga Asmahan Escola de Artes Orientais e teve como sua principal professora Jhade Sharif.

Desde então participou de inúmeros eventos no Brasil e fora, e teve a chance de estudar com dançarinas nacionais e internacionais do estilo, como Mariana Quadros, Kilma Farias, Natália Espinosa, Luisana, Lauruga, Ariellah e Zoe Jakes, entre outras.

Em 2012 começou a estudar o estilo FCBD (ATS na época) com Aline Muhana, uma das pioneiras do ATS no Brasil. O que seria a príncipio uma prática complementar ao Tribal Fusion para desenvolvimento da técnica, virou aos poucos uma grande paixão, principalmente pela possibilidade de dançar com pessoas diferentes e a alegria intrínseca do estilo.

Em 2015, Tribal Fusion ficou definitivamente em segundo plano e Silvia começou a se aprofundar mais no FCBD. Este foi o ano em que se tornou integrante do grupo Zaman Tribal, especializado em FCBDStyle sob a direção de sua professora Aline Muhana. Em 2018 começou a dar aulas do estilo e foi certificada como Partner Studio em 2019, após formação em São Francisco com Carolena Nericcio e sua trupe FatChanceBellyDance®.

Além das aulas regulares com Aline Muhana (que continuam até a presente data), Silvia busca aperfeiçoamento e novos olhares para o estilo com diversas bailarinas renomadas tendo feito aulas e workshops com professoras como Natália Espinosa, Isabel de Lorenzo, Philippa Moirai, Gudrun Herold, Sofia Salazar-Rubio, Jesse Stanbridge, Michiyo Salisbury, Kristine Adams e Annita Lalwani, entre outras.

Hoje, Silvia dá aulas regulares de FCBD®Style no centro do Rio de Janeiro e oferece oficinas em diferentes cidades do país, além de fazer parte da trupe Zaman Tribal. Ela acredita que o estilo tem potencial transformador e, apesar de ter grande foco na técnica, ela prioriza a alegria de dançar em grupo e a troca que o estilo proporciona.